A Escrava Escolhida

Aquela rua estava apinhada de gente. Pessoas bem trajadas da sociedade conceituada do local estavam ali à procura de novos escravos. Coronéis e fazendeiros com suas esposas à procura de novas peças se revezavam na escolha. Os mercadores faziam sua propaganda exibindo os escravos nus e alardeando suas qualidades. Os compradores examinavam os dentes, o porte físico e a aparência. As escravas tinham seus seios apalpados e suas partes íntimas invadidas numa exploração irrestrita.

Um casal influente do lugarejo se destacava entre todos. O Coronel era considerado o homem mais poderoso da região e sua esposa tinha a fama de ser uma mulher exigente e cheia de caprichos. Formavam um belo casal.

Eles se amavam muito e o marido fazia todas as vontades da esposa.

Sua fazenda era a mais próspera e imponente. Era um exportador de café e isso dava a ele muito poder. Possuía inúmeros escravos que os serviam das mais diversas maneiras. Uns cuidavam da plantação de café; outros da agricultura - plantação e colheita da própria alimentação da fazenda; outros ainda cuidavam dos serviços domésticos como: arrumação, refeições, vestuários, jardins, etc.

Estavam ali hoje para novas aquisições e a Senhora que não costumava ir a tais eventos, desta vez resolveu acompanhar o marido, porque queria uma escrava pessoal e para isso queria escolher ela mesma. Seria uma escolha minuciosa; a escrava deveria ter graciosidade, humildade e aparência agradável. Depois de muito caminhar, avistou uma escrava que estava nua, numa carroça afastada de todas as outras. A Senhora de longe a observava. A menina tinha o olhar baixo; estava algemada. Tinha seios fartos, nádegas grandes, os cabelos pretos e lisos até a cintura. Olhos negros, pele clara, dentes alvíssimos e rosto delicado. Essas características chamaram a atenção da Senhora que se dirigiu à carroça.

O marido a seguiu. Falaram com o mercador que fez sinal à escrava que descesse e se colocasse diante dos dois. Enquanto o Coronel observava meio afastado, a Senhora a rodeava, examinando minuciosamente cada detalhe. Passou a mão nos cabelos da escrava notando a maciez; abriu sua boca examinando os dentes, que estavam perfeitos. Apalpou seus seios, apertando-os e beliscando os mamilos. Exigiu que a escrava abrisse mais as pernas e a invadiu com o dedo, inspecionando. Virou-a e foi a vez de ter o ânus penetrado.

A Senhora ainda apalpou as coxas, notando a rigidez delas. Ordenou que ela levantasse um dos pés e notou que mesmo estando descalça, os seus pés eram macios e com alguns cuidados ficariam perfeitos. Com um sorriso, a Senhora olhou para o marido fazendo um aceno com a cabeça. O Coronel entendendo a escolha da esposa e realizou a compra. O escravo que os acompanhava pegou nas correntes que pendiam da escrava e a conduziu ao coche parado logo mais à frente. O casal também entrou no coche. O escravo subiu e pegando as rédeas guiou o cavalo até a fazenda.

Dentro do coche, a escrava ainda de cabeça baixa, temendo seu futuro, não se mexia. Os dois conversavam amenidades como se ela não estivesse ali. Depois e algumas horas, chegaram à fazenda. Ao descer, a escrava pode observar uma paisagem verde, a perder de vista. Mais ao longe a casa grande onde grande numero de escravos se alvoroçavam no cumprimento de suas tarefas. As escravas vestiam túnicas pretas levemente transparentes; os escravos, calças pretas, sem camisas deixando à mostra seus corpos musculosos da lida árdua e diária.

A escravinha foi levada para dentro da casa por uma escrava mais velha. Sem ter tempo de notar muita coisa, foi levada para um cômodo onde foi banhada. Ela teve seus cabelos cuidadosamente lavados, seu corpo hidratado e os pezinhos lixados e cuidados. Depilaram cuidadosamente suas partes intimas, deixando-a lisinha. Assim que ficou pronta a levaram enfim ao quarto do Casal, onde a Senhora já a esperava. Ao entrar examinou-a e deu um sorriso de aprovação, pois a escravinha ainda estava nua. A escrava que a acompanhou até ali, afastou-se, permanecendo à disposição num canto da enorme suíte.

A Senhora então lhe disse:

- Você agora é minha escrava pessoal. Será responsável por todo o meu conforto e bem estar; ficará dia e noite à nossa disposição e servirá a mim e ao Coronel incansavelmente.

Apontou para uma porta no canto do quarto e continuou:

- Aquela porta dá para uma escada; no fim da escada está o kalabouço que é onde você vai morar daqui para frente. Não tem permissão para sair, a não ser quando for para me acompanhar ou para cumprir alguma ordem. Fará sua alimentação sempre na sua cela, assim como toda a sua higiene e necessidades fisiológicas. Só verá a luz do sol quando tiver a minha permissão.

Continuou a relatar todas as regras e ordens para a escrava. Nesse momento o Senhor entrou, terminando de ouvir as ultimas notificações da esposa. Ele então examinou a escrava, dizendo à esposa que ela tinha sido feliz na escolha e que a peça parecia ter as qualidades necessárias para servir a amada.

O Senhor disse:

- Está na hora então de marcá-la. Vamos fazer isso imediatamente.

Dito isso, preparou o que precisava enquanto a escrava era amarrada imóvel, de bruços a um cavalete. O Senhor então pegou do ferro incandescente onde estava a inicial dele e marcou a nádega esquerda da escrava determinadamente. Ouviu-se o grito dela ecoar por todo o quarto. A dor era insuportável e ela sentiu-se como perdendo os sentidos.

- Pronto minha escrava, agora você tem a minha marca!

A escrava foi desamarrada e num canto do quarto foi-lhe oferecido água numa tigelinha no chão.

De joelhos, sofrendo o martírio da marca quente em seu corpo e com os olhos cheios de lágrimas, ela bebeu avidamente a água se engasgando em alguns momentos.

Assim a vida seguiu. A escrava se desdobrava para saciar os desejos de sua Senhora que era exigente e severa. Também servia ao casal, atendendo a todas as ordens. Sempre que tinha de ir à cidade acompanhar sua Senhora, era ela quem A arrumava. Escolhia o vestido que achava mais apropriado, passava-o com cuidado; escolhia o sapato e deixava tudo arrumado em cima da cama. Ajudava sua Senhora a se trocar, amarrando muito bem o espartilho, para realçar seus seios. Sua Senhora tinha os seios muito bonitos e vistosos e várias vezes tinha ouvido o Coronel elogia-los. Colocava o saiote de sete saias, as meias e depois ajoelhava para colocar em Seus delicados pezinhos os lindos sapatos.

Depois de descer do coche, andando pelas ruas agitadas da cidade, sentia um orgulho muito grande em pertencer a ela. Os olhares admirados em Sua Senhora a deixavam feliz e maravilhada. Era mesmo uma mulher admirável. E a escrava seguia feliz ao seu lado carregando os pacotes e cuidando para que a sombrinha evitasse o sol direto em sua alva e suave pele.

À noite, sempre ficava aos pés do casal para seus desejos e vontades. Amava ficar ali usufruindo dos momentos íntimos do casal. Implorava à Senhora que a deixasse lamber seus delicados pezinhos e quando recebia permissão, se entregava ao deleite de lamber a sola com sua língua quente e submissa. Entregue ao prazer, a escrava se deixava levar e lambia um a um dos dedinhos, lambia a sola, mordiscava, causando gemidos tênues. Ao ouvi-los a escrava se satisfazia interiormente, se sentia forte e feliz. A excitação por sentir sua língua nos pés da Senhora a deixava molhada e quando isso era percebido, logo recebia a advertência:

- Escrava, não esqueça que não tem permissão para gozar.

A escrava se continha e continuava no doce deleite de lamber os pezinhos que amava tanto. O Senhor aproveitava o corpo ardente de desejo de sua esposa e a cobria de carinhos íntimos até que chegassem ao clímax. Enquanto os via saciar os desejos da carne, a escrava se emocionava e seus desejos gritavam por serem saciados. No entanto ela se continha, admirava o casal, se encantava, mas esperava. Sabia que o momento estava próximo e ansiosa esperava. Até que depois do amor concretizado, recebia a ordem de limpá-los.

A escrava, feliz, se aproximava da cama, onde a Senhora exposta no seu prazer se oferecia a ela. A língua ávida corria pelas entranhas da Senhora, na ânsia de sentir seu cheiro e gosto. Nessa hora a vadia se revelava, enfiava a língua quente saboreando todo o liquido da Senhora. A língua seguia até o ânus em movimentos circulares, voltava à caverna suave e se deliciava, deixando sua Senhora novamente tomada de prazer e ao vê-La mais uma vez despejar seu prazer em jorros, lambia tudo como se estivesse se servindo do mais precioso néctar.

Assim que a Senhora mais uma vez se entregava ao prazer, a escrava se aproximava agora do Coronel e abocanhava seu membro com luxúria, com desejo insano de alcançar o gozo. Sem permissão, se continha e se entregava ao ato de limpar agora o membro ainda rijo do Senhor, que observava a esposa com olhos de desejos. Num descuido que lhe custará caro a escrava não se contém e se deixa levar pelo prazer do gozo; atinge o clímax tão intensamente que lhe arranca um grito delicioso. O silêncio se fez no quarto e a escrava, percebendo o erro, se atira ao chão, de joelhos implorando perdão.

O Senhor simplesmente a manda para o kalabouço.

Ela, em lágrimas, implora perdão mais uma vez.

O Senhor então, se levanta e pega-a pelo braço, abre a porta e a empurra escada abaixo. Tranca a porta e a escrava fica no escuro, entregue à dor e ao arrependimento. Na cela sofre por ter decepcionado seus Donos. Tenta dormir, mas em vão. O dia chega de mansinho e nem bem clareou a porta é aberta e ela é tirada à força de seu kalabouço. Levada aos jardins da fazenda, onde já estavam reunidos todos os escravos, foi amarrada àquela cruz enorme, com os pés e braços abertos. Estava apavorada e sabia que ia ser punida na frente de todos como forma de exemplo a outros.

Sem pensar gritou:

- Perdão Senhor, por favor, eu imploro a Sua piedade.

O Senhor calou-a com uma estrondosa chicotada na bunda. A força do golpe cortou a pele alva e macia e ela sentia que o sangue escorria. Isso era só o começo. O Senhor então explicou a todos em altos brados, porque a escrava seria castigada. Ela se envergonhou, corou e chorou. E então as chicotadas começaram. Levou uma, duas, três, a pele ia sendo cortada. Ouvia alguns escravos rirem outros se apiedarem, mas as chicotadas continuaram. Vinte e uma, vinte e duas... seu corpo já estava adormecido pela posição em que foi amarrada e pelo chicote cortando sua pele.

Até que desmaiada não sentiu as duas últimas chicotadas. Quando se recuperou, ela percebeu que a lida da fazenda havia voltado ao normal; seus Donos não estavam mais ali. Queria água, mas ninguém estava por perto para ajudá-la. Estava com o corpo adormecido; seus pulsos e tornozelos doíam intensamente. Tentava se mexer mais não conseguia. As horas foram passando e entre períodos de lucidez e insanidade, ela implorava por água, por perdão, por atenção.

Quando anoiteceu a escrava enfim foi desamarrada e levada a um cômodo onde lhe deram água, cuidaram de suas feridas e a limparam. As dores eram insuportáveis e ela já não conseguia esboçar nenhuma palavra. Serviram-lhe alguma comida e a levaram de volta ao kalabouço. No quarto passou pela Senhora que nem a olhou. Enfim, envolta em dores e pensamentos adormeceu.

No dia seguinte, levantou-se cedo como sempre e subiu até à suíte onde cuidaria da higiene da Senhora. Ela dormia ainda profundamente; o Coronel já havia se levantado e a escrava foi ao banheiro preparar tudo para quando Ela se levantasse. Ainda sentia dores e tinha feridas pelo corpo, mas amava tanto seus Senhores e ela estava tão arrependida pelo erro que prometeu a si mesma se desvelar nos cuidados da Senhora.

De repente a Senhora a chama, tirando-a dos pensamentos. Atendeu-A prontamente, quando ela disse que queria tomar seu banho. Com cuidado, tirou a lingerie delicadamente desnudando o corpo perfeito daquela linda mulher. Ela entrou na banheira e a escrava ajoelhou-se na borda lavando delicadamente sua Senhora, com a alegria de sempre ao cumprir esta tarefa. Para a escrava era como cumprir um ritual; cuidar da higiene e do conforto de sua Senhora a encantava a cada dia. Seu coração feliz disparava no peito.

Terminado o banho, com uma toalha macia enxugou todo o corpo da Senhora idolatrando-o. A Senhora sentou-se e ela enxugou delicadamente Seus pezinhos. Teve ímpetos de lambê-los e implorou à Senhora que lhe permitisse. Olhando sua escravinha tão desejosa, com um olhar lânguido, a Senhora permitiu. A escrava deliciosamente lambe aqueles pezinhos que venerava e tão envolvida estava que não percebeu que Sua Senhora começou a se tocar e gemer.

Ao perceber o desejo dela, aprofundou-se em lamber os pezinhos mais maliciosamente. Lambeu os dedos, chupou-os e os mordiscava causando gemidos cada vez mais intensos na Senhora. Sua língua quente e úmida já atingia o objetivo, quando a Senhora abriu as pernas e chamou a escravinha para junto de sua caverna escura, seu sexo. A escrava quase em lágrimas de felicidade, com a língua, buscou a gruta onde estava com certeza o liquido de prazer de sua Senhora.

Os gemidos intensificados agora causavam na escrava uma excitação quase incontrolável, mas a lembrança do castigo recente a fez controlar-se, entregando-se apenas ao prazer da mulher que era sua Dona e que a fazia tão feliz. Sua língua continuava na exploração dos lugares de prazeres mais recônditos, chupava o grelo de Sua Senhora, mordia-Lhe os grandes lábios, levando-a rapidamente a um orgasmo tão intenso que ela se deitou na cama e atingiu o clímax mais vezes.

Quando terminou de limpar sua Senhora, as duas se aperceberam da presença do Coronel que deleitado com a cena, estava com as calças arreadas e seu membro rijo na mão. A Senhora disse:

- Meu amor, venha até aqui, deite-se comigo.

Ele se aproximou Dela, deu-Lhe um beijo intenso que durou alguns minutos, beijou Seus seios, e deitou-se ao Seu lado. E disse à escrava:

- Venha! Agora é a minha vez.

E enquanto os dois se acarinhavam e se beijavam a escrava abocanhou o membro rijo e se entregou mais uma vez ao prazer de servir Seus Donos. E sentiu profundamente o quanto tinha sido feliz ao ser escolhida para Lhes servir. Sem que ninguém percebesse ela levou a mão à nádega esquerda acariciando a marca que tanto a orgulhava. E feliz sugou aquele membro como nunca havia feito; até que seu Senhor também atingiu o clímax. Extasiados, Eles se entregaram ao sono e ela ajoelhada à cama, suja, desfeita e suada, velou o sono justo de quem ela amava.

por: karla { Klara }


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