Aos Pés do K@sal

Na recepção do hotel, me apresentei e recebi a chave do quarto onde eu deveria me instalar. Ao fechar a porta atrás de mim, passei pela suite para poder me familiarizar com o que seria minha moradia por alguns dias. No quarto todo acarpetado havia uma cama de casal imensa, com 2 criados mudos, uma poltrona confortável, uma bancada com uma cadeira, um frigobar e um guarda roupa embutido. A iluminação indireta dava ao ambiente um aspecto romântico e reservado. O banheiro ficava do lado esquerdo da suite.

Assim que me familiarizei, coloquei minha mala no chão, num canto ao lado da bancada. Eu havia levado poucas coisas...apenas alguns itens de higiene e uma troca de roupa para o caso de eu ser obrigada a ir à rua cumprir alguma ordem do K@sal;

um par de sapato sem salto; um lenço de cabelo e um avental de cintura.

Dei uma ajeitada no que julgava necessário e tirei toda a minha roupa. Dobrei-a e guardei-a na mala. Olhei no relógio e sabia que o K@sal K@ estava para chegar. Deitei-me no chão de bruços, com as mãos na nuca, as pernas bem abertas e o rosto voltado para o chão; assim fiquei aguardando-Os.

A espera foi longa...o tempo passou vagarosamente e meus braços doiam devido à posição e o tempo prolongado de espera. Além disso, a ansiedade fazia com que meu coração ficasse acelerado e a respiração ofegante. Meus pensamentos se mantinham na ultima conversa que tive com a Senhora K@. Foi uma conversa definitiva, onde o encontro foi marcado e onde Ela enumerou todos os meus erros, minhas falhas e descreveu o quanto estava decepcionada comigo...por isso ia me fazer passar por um treinamento intenso. Dependeria desse treinamento que eu continuasse a ser kriada do K@sal.

Em meio a esses pensamentos a porta se abriu e eu assustada me recompus. Entraram abraçados, conversando alegremente e nem me notaram; assim que fecharam a porta a Senhora pulou no colo do Mestre e ficaram algum tempo entregues aos beijos e abraços apaixonados. Não me atrevi a olhar; eu já estava consumida pelo prazer, mas sabia que olhar diretamente para eles seria um erro imperdoável e inaceitável.

Depois de um longo tempo, a Senhora se aproximou e me rodeou analisando; então ela disse:

- karla cumprimente-nos!

Rastejando fui até Eles e beijei com devoção Seus pezinhos.

A Senhora mandou que eu ficasse de pé ainda com as mãos na nuca e as pernas bem abertas e começou a me inspecionar. Na hora eu me retrai, com vergonha de estar totalmente excitada e por isso levei um tapa na cara tão intenso que lágrimas escaparam de meus olhos. A Senhora continuou.

Olhou meus olhos, minhas orelhas, abriu minha boca e com os dedos explorou minha boca; puxou minha língua para fora e a virou de todos os lados e depois colocou nela um prendedor de roupas dizendo que aquilo me impediria de tentar falar. Depois apalpou meus seios apertando-os e amassando-os e ao torcer meus mamilos, colocou tanta força que não aguentei e gemi alto, dobrando os joelhos e quase caindo ao chão.

A Senhora não se importou e continuou a torcê-los e apertá-los. A tortura foi tão grande que eu pude avaliar bem o que me esperava nesse treinamento. Depois foi a vez da inspeção nas minhas partes intimas. O pavor tomou conta de mim, porque além da humilhação, eu estava envergonhada por estar completamente molhada de excitação. De soslaio pude ver o Mestre observando sarcasticamente o meu constrangimento e já demonstrando estar tomado pelo tesão.

Isso só aumentou minha excitação. A Senhora então enfiou grosseiramente os dedos na minha xoxota e a explorou vertiginosamente causando-me dor, mas ao mesmo tempo um prazer tão intenso que quase gozei com o toque. Depois abriu meu ânus e o examinou detalhadamente. Olhou ainda minhas mãos e pés para Se certificar que estavam como ela tinha ordenado: sem cuidados nenhum.

Terminada a inspeção, a Senhora me levou até o banheiro, abriu o chuveiro no frio e me enfiou debaixo da água. A água fria batia em meu corpo como se estivesse rasgando minha pele. Eu tremia tanto que mal parava em pé...Ela disse:

-Tome um banho kriada...sem sair debaixo da água. Quero você limpinha para o uso.

Sai do banho e não recebi permissão de me enxugar e por isso continuava a tremer. Foi aí que o Mestre se aproximou, amarrou meus pulsos com uma corda e os pendurou numa argola que pendia do teto do quarto, pegou um chicote de couro e me espancou obrigando-me a contar uma a uma as chibatadas. Meu corpo todo foi atingido pelas chicotadas. Costas, braços, pernas, coxas, bunda. Até que a Senhora se aproximou, levantou um dos meus pés e o ofereceu ao Mestre para os castigos.


O Mestre com um prazer insaciável, pegou uma cane e castigou os pezinhos com fúria revezando-os de tempos em tempos. Eu gritei, gemi, implorei que parasse, pedi perdão, mas nada adiantou...o Mestre estava irredutível. Não satisfeito, o Mestre pegou um alicate e com ele começou a me torturar enquanto a Senhora narrava toda a série de erros que eu havia cometido...Quase desfaleci!

O Mestre disse:

- Vamos ver se desta vez a vadia aprende a ser de fato a kriada que merecemos.

Eu não controlava o choro...a dor era insuportável e eu temia que não fosse conseguir cumprir mais nenhuma tarefa. Foi então que o café da manhã chegou e a Senhora ordenou que eu Os servisse. Coloquei o lenço prendendo todo o meu cabelo e o avental. Com passos incertos por causa das dores, levei a mesinha do café para perto da cama e comecei a servi-Los.

Passei geléia em algumas torradas e A servi na boca como minha Senhora gostava. Ela e o Mestre assistiam ao telejornal na TV enquanto degustavam o café. A Senhora passava à boca do Mestre algumas torradas e pedaços de queijo. Abri o iogurte e também A servi na boca delicadamente com uma colherinha. O Mestre me mandou servi-Lo um copo de suco e obedeci prontamente antes que minha Senhora me negasse servi-Lo.

Enquanto saboreava as uvas que eu ia colocando uma a uma em Sua boca, a Senhora vez ou outra, colocava uma uva na boca do Mestre e aproveitava para beijá-Lo e acariciá-Lo. Eu me deleitava com isso e me devotava ainda mais a servi-La. Assim que estavam satisfeitos a Senhora mandou que eu limpasse tudo, inclusive o chão e de joelhos.

Arrumei a mesinha, tirando todas as migalhas; lavei os copos e xícaras na pia do banheiro; guardei o que sobrou no frigo bar e procurei no quarto e banheiro por algum acessório que me ajudasse a limpar o chão. Não vi nada que servisse e inadvertidamente com dificuldade de falar perguntei à Senhora com o que eu poderia limpar o chão. Ouvi uma sonora gargalhada:

- A vadia quer mordomias? Não percebeu como vai limpar o chão? Vou te ajudar a descobrir.

Puxou meus cabelos encostando minha cabeça no chão e disse:

- Com sua língua vadia! Lamba as migalhas!

E arrancou o prendedor que ainda estava em minha língua.

O chão áspero do carpete machucou toda a minha língua, mas com medo de castigos piores obedeci e limpei tudo.

Foi então que o Mestre disse:

- kriada, você agora vai lamber os MEUS pés. Lambuze-os com pimenta.

- agora, lamba-os.

Amo os pezinhos do K@sal e lambê-Los é sempre uma honra deliciosa e nem sempre eu recebia permissão para isso, por isso, apesar da pimenta, fiz o que o Mestre mandou. A língua ardia e sempre que eu tirava a língua da sola, o Mestre batia em meu rosto com o pé e isso, em vez de me causar dor, me alucinava de tesão. Fiquei ali lambendo por muito tempo enquanto Eles dormiam um pouco.

Começaram a despertar lentamente e eu já me coloquei em alerta para atendê-Los. Os dois se abraçaram e se entregaram a um beijo intenso deixando-Os excitados. O prazer aumentou e os dois acabaram se entregando a ele. Os gemidos e sussurros ecoavam no quarto e eu quase nem respirava para não quebrar o encanto daquela cena. Os gemidos foram se intensificando e de repente explodiram num gozo intenso e delicioso.

O quarto mergulhou num silêncio e quietude. Os corpos permaneceram entrelaçados por alguns momentos. Quando se soltaram veio a ordem para que eu os limpasse e com a alma feliz agradeci ao K@sal por ter me permitido sentir em minha boca, o sabor da paixão que Os envolvia.

A Senhora então levantou-Se e me mandou que fosse com Ela ao banheiro para que eu cuidasse de Seu banho. Liguei o chuveiro deixando a água numa temperatura que aquecesse suavemente, tirei Sua camisola, desnudando Seu corpo perfeito e suavemente molhei-A; com o creme esfoliante, massageei todo o corpo da Senhora. procurando deixá-La ainda mais suave.O Mestre, da porta, assistia a tudo e contemplava a cena com prazer. Ela, jogava olhares sensuais a Ele e o único ruído que eu ouvia era o pulsar do meu coração.

Depois de enxugar Seu corpo, vesti uma linda camisola vermelha que A deixou ainda mais deslumbrante. Acompanhei-A de volta ao quarto e assim que se acomodou na cama, ajoelhei-me ao lado, esperando para ser usada. De cabeça baixa eu ansiava pelos desejos do K@sal...

O Mestre finalmente mandou que eu ficasse de quatro em cima da cama no meio Deles. A Senhora abriu bem as minhas pernas e percebeu que eu estava molhada...Deu uma risada e disse ao Mestre que eu era mesmo uma vadia. Eu aguardava o que ia acontecer, quando o Mestre passou gel na minha bunda e começou a forçar a entrada. Fiquei gelada porque eu ainda não tinha sido penetrada no ânus e esperava que isso um dia fosse acontecer, mas me pegou de surpresa.

A Senhora ora me tocava a xoxota, me masturbando, ora apertava os bicos de meus seios...meu corpo começou a amolecer de tesão...sentia um misto de sensações: medo por estar prestes a ser arrombada e um desejo intenso de gozar. As mãos da Senhora me enlouqueciam e quando finalmente fui penetrada o grito que saiu de minha garganta foi de dor e prazer...de agonia e alívio...Eu implorei pelo gozo e quando recebi permissão, ele veio intenso, forte e fez meu corpo tremer descontroladamente.

O Mestre deitou-Se ao lado da Senhora, apontou-me o chão ao lado da Senhora K@ e disse que eu iria dormir ali. A Senhora completou:

- Fique atenta para o caso de desejarmos te usar à noite.

Passei a noite velando o sono do K@sal que sirvo com felicidade plena; tentando lidar com a ansiedade de ser novamente usada. E pensando no desejo veemente que tenho de servi-Los pelo resto de minha vida.

por: karla { K@sal }


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