O papel da criada no Reino de K@

O papel da kriada foi o maior desafio enfrentado no Reino de K@ e até hoje ainda é um ponto que sempre gera muita curiosidade por parte de todos os que acompanham o site.

Toda escrava entra no Reino, pela Classe de Preto. Desempenham um papel operacional e tem mais privações do que aquelas da Classe Alta (Vermelho e Laranja). Como todo sistema hierárquico, uma parte das pessoas que dele fazem parte, acaba ficando numa zona de conforto.

Para evitar que a fantasia caísse numa entediante rotina criei duas formas de alterar, temporariamente, a estrutura: uma para cima, quando a escrava recebe a Tiara Dourada, e outra para baixo, quando é transformada em kriada. 

Inspirado no filme “Lanternas Vermelhas”, a kriada funciona, grosso modo, como um empréstimo de uma submissa da Classe de Preto, para Sub de Vermelho ou Laranja. Durante este empréstimo, ao invés das regras e tarefas serem determinadas por mim, passam a serem feitas pela Senhora que ela está servindo.

Para dar mais colorido à minha fantasia, dificultar a vida da kriadas e tornar a situação mais humilhante, ela é obrigadas a substituir as iniciais do meu nick em suas coleiras, pelo nick da Senhora que está servindo.

Apesar das experiências vividas, mais intensamente pela kassia, karla e kadyne, a kazua foi a primeira escrava a tornar-se kriada no Reino de K@. Serviu a Klara, que à época era Sub de Vermelho. Dias depois, a karla passou a servir como kriada da Kalía, então Sub de Laranja. O amadurecimento e consolidação deste papel só foi possível graças a maturidade, submissão, cumplicidade destas mulheres, que sempre se preocuparam em encontrar força para realizar as minhas fantasias.


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