O Kasal Submisso

Em setembro, conheci um casal submisso. O primeiro contato foi com ele, na sala de chat da UOL. Ele procurava um Dono que quisesse dominar ele e a esposa. Eu ainda era muito novo no BDSM e isto me causou muita surpresa, pois não imaginava que pudesse existir esse tipo de fantasia erótica.

Tornei-me Dono do casal, nossa relação foi curta, durou dois meses. Cinco encontros. Fizemos duas sessões a três; nas demais, estávamos apenas ela e eu. No primeiro encontro, estavam os dois.

A sessão foi de spanking com diferentes tipos de chicotes e segundo relato dele a situação mais difícil foi ver a mulher apanhar e não poder fazer nada. Nos encontros seguintes, estive apenas com ela e não tive a menor dificuldade. Para ela o maior prazer estava em chegar em casa e contar, detalhadamente, a ele tudo o que tinha acontecido no encontro, pois ela sabia que esta era a maior fantasia dele.

Na última vez que me encontrei com os dois, fiz uma sessão onde a provocação principal foi uma brincadeira com os lindos e deliciosos pés dela. Em todas as nossas conversas, nem ele e nem ela haviam revelado esta idolatria que ele sentia pelos pés dela. Quando a sessão acabou ele falou que não dava mais para continuarmos a nossa relação. Para ele, ver a mulher transar com outro homem não o tirava da zona de conforto, o que para a maioria dos homens seria algo inaceitável. Já, ver o seu objeto de desejo sendo usado por outra pessoa foi uma provação que ele não conseguiu lidar. Quando penso nisto, vejo o quão complexa é a mente humana, quantos homens sequer lembram que suas companheiras têm pés.


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